terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

CRISE: Brasil alcança meio milhão de casos de dengue: número quadruplicou em relação ao início de 2023

CRISE: Brasil alcança meio milhão de casos de dengue: número quadruplicou em relação ao início de 2023

Banco de imagens/Pixabay

Segundo o Ministério da Saúde, 75 mortes foram confirmadas pela doença e outras 340 estão em investigação

O Brasil alcançou 512.353 casos prováveis de dengue, de acordo com os dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (12). Apenas neste ano, 75 mortes foram confirmadas pela doença e outras 340 estão em investigação.

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O número de casos quadruplicou em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 128.842 casos prováveis de dengue.

O estado de Minas Gerais é o estado com o maior número de casos, com cerca de 171 mil registros. Na sequência, estão São Paulo (83.651), Distrito Federal (64.403), Paraná (55.532), Rio de Janeiro (39.315), Goiás (31.809), Espírito Santo (14.107) e Santa Catarina (12.470).

Vacinação contra a dengue

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Neste mês, o Ministério da Saúde iniciou a distribuição de vacinas contra a dengue para municípios que atendem os critérios definidos pela Saúde em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

A imunização com a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda, começará pelas crianças de 10 a 11 anos, mas assim que novos lotes foram entregues pelo laboratório fabricante, a faixa etária vai avançar progressivamente. Essa é a faixa etária com maior índice de hospitalização por dengue dentro do público-alvo da vacina, de 10 a 14 anos.

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521 municípios brasileiros foram selecionados para iniciar a vacinação contra a dengue via Sistema Único de Saúde (SUS). As cidades da lista compõem 37 regiões de saúde que, segundo a pasta, são consideradas endêmicas para a doença.

O lote inicial, com 712 mil doses, será enviado para 315 municípios nas unidades da federação abaixo:

  • Distrito Federal
  • Goiás
  • Bahia
  • Acre
  • Paraíba
  • Rio Grande do Norte
  • Mato Grosso do Sul
  • Amazonas
  • São Paulo
  • Maranhão

Web reage após líder petista ser assaltado: ‘foi para tomar uma cervejinha’; VEJA

Web reage após líder petista ser assaltado: ‘foi para tomar uma cervejinha’; VEJA

O parlamentar do Partido dos Trabalhadores (PT), Zeca Dirceu, natural do estado do Paraná e membro de uma das famílias historicamente ligadas ao partido, incluindo seu pai, Zé Dirceu, uma figura central no escândalo do mensalão, e atual líder do PT na Câmara dos Deputados, relatou em uma plataforma de mídia social, anteriormente conhecida como Twitter, que sua residência foi invadida por criminosos. O incidente ocorreu na madrugada desta segunda-feira (12), na cidade de Cruzeiro do Oeste, interior do Paraná.

“Confio nas autoridades locais, que estão à frente das investigações. Nenhum município, por menor que seja, está livre da violência urbana”, escreveu o parlamentar.

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A reação dos usuários da internet não foi positiva. A rede, atenta a todos os detalhes, resgatou argumentos defendidos pela ala ideológica do PT, como a justificação do cometimento de crimes através da ótica da vitimização do criminoso, conhecida como a ‘lógica por trás do assalto’. Além disso, lembraram das declarações do presidente Luís Inácio Lula da Silva que atribuiu roubos de celulares à falta de emprego.

Houve até mesmo sugestões irônicas de internautas, como a proposta de que José Dirceu chamasse o ‘Batman’ para resolver a situação. Essa ironia surge em função da oposição do PT aos temas relacionados à Segurança Pública no Congresso Nacional, bem como pela investigação intensiva do partido sobre militares e as forças de segurança do país.


segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

Nova pesquisa mostra que mais de 70% desconhecem uma medida impactante de Lula em benefício da população; veja números

Nova pesquisa mostra que mais de 70% desconhecem uma medida impactante de Lula em benefício da população; veja números

Um estudo da Paraná Pesquisas, divulgado hoje (12 de fevereiro de 2024), revela que 73,4% dos cidadãos brasileiros não conseguem mencionar uma medida ou benefício à população implementado ou em andamento pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em contrapartida, 26,6% afirmaram ter conhecimento sobre tais ações.

A empresa fez a seguinte pergunta: “O(A) Sr(a) saberia dizer alguma obra, medida administrativa ou benefício à população que o governo do presidente Lula realizou ou está realizando até o momento?”.

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Entre aqueles que puderam destacar ações, iniciativas ou benefícios à sociedade implementados durante o período de administração do Partido dos Trabalhadores (PT), 8,6% mencionaram os aportes no programa Bolsa Família ou assistências financeiras destinadas à população em situação de vulnerabilidade. Confira o quadro integral a seguir:

ERROS DO GOVERNO LULA

A empresa perguntou também se as pessoas saberiam dizer alguma falha ou erro cometidos pela administração do presidente Lula até o momento. Eis o que foi perguntado: “O(A) Sr(a) saberia dizer alguma falha ou erro que o governo do presidente Lula realizou ou está realizando até o momento?”.

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Quase 59% afirmaram que não, ao passo que 41,1% afirmaram que sim.

Aqui estão os três tópicos mais mencionados por aqueles que recordaram algum erro na administração de Lula:

  • aumentou impostos / reajustou impostos – 6,6%;
  • está envolvido em boatos de corrupção / não está combatendo a corrupção – 4,8%;
  • excesso de gastos / muitas viagens – 4,8%.
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Leia o quadro completo com as respostas abaixo:

METODOLOGIA

A Paraná Pesquisas conduziu entrevistas pessoais com 2.026 eleitores, todos com 16 anos ou mais, abrangendo 164 municípios nos 26 Estados e no Distrito Federal. O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 28 de janeiro de 2024, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95%.

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Com informações de Poder 360

sábado, 27 de janeiro de 2024

Ramagem se fortalece nas pesquisas e preocupa Paes

Ramagem se fortalece nas pesquisas e preocupa Paes

Foto: Reprodução.

Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), amanheceu nesta quinta-feira (25) sendo notícias nos principais veículos de comunicação do país. Ex-integrante da Polícia Federal, ele foi alvo de buscas nesta quinta-feira (25) suposto uso não autorizado de ferramentas de geolocalização em dispositivos móveis.

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É dito que o suposto grupo criminoso teria criado uma estrutura paralela na Abin, utilizando recursos da agência para ações ilícitas, incluindo a produção de informações com fins políticos, midiáticos, pessoais e até mesmo para interferir em investigações.

Atualmente, aos 51 anos de idade, chegou tem uma longa carreira na área de segurança. Ex-delegado da PF, Ramagem comandou as divisões de Administração de Recursos Humanos e de Estudos, Legislações e Pareceres, e atuou na área de coordenação de eventos como a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016 e a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente.

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Em março de 2019, no início do mandato de Bolsonaro, foi nomeado assessor do então ministro Santos Cruz na Secretaria de Governo — pasta ligada ao Palácio do Planalto. Meses depois, com a demissão de Santos Cruz, Ramagem foi mantido na secretaria, como assessor do ministro Luiz Eduardo Ramos.

Depois, ele chegou ser nomeado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) pra chefiar a PF, mas foi impedido de assumir por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2022, com amplo apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL), foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro, com quase 60 mil votos.

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Neste ano de 2024, Alexandre Ramagem tem sido apresentado como pré-candidato do PL à prefeitura da cidade do Rio. Desde que passou a ser projetado pelo entorno de Bolsonaro, seu nome passou a circular em pesquisas eleitorais e, desde então, sua pré-candidatura tem sido apontada como uma das principais.

No dia 1º de janeiro, a Atlas/Intel divulgou seu mais recente levantamento à prefeitura da capital fluminense. Nela, Ramagem já apareceu em 2º lugar, com 19,1%. Em primeiro, aparece o atual prefeito, Eduardo Paes (PSD), com 36,2%.

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Além desse instituto, outros também já colocam Ramagem em posições confortáveis, sinalizando que o direitista pode ser o principal nome a duelar com Paes entre o eleitorado carioca.

Créditos: Conexão Política.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Oposição exige resposta de Lira após operação contra Ramagem e silêncio gera indignação

Oposição exige resposta de Lira após operação contra Ramagem e silêncio gera indignação

Irritados com o silêncio Arthur Lira (PP-AL) sobre as ações da Polícia Federal contra dois deputados ao longo dos últimos dias, os parlamentares da oposição estão pressionando o presidente da Câmara a se posicionar sobre Alexandre Ramagem (PL-RJ).

O parlamentar foi alvo de buscas na ação deflagrada nesta quinta-feira (25) que apura o uso ilegal de um sistema para monitorar a localização de pessoas por meio da rede de telefonia celular. Entre os monitorado estaria o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, segundo o blog no “G1” da jornalista Daniela Lima.

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Lira manteve silêncio sobre a ação da PF que mirou outro deputado na semana passada, o pré-candidato à prefeitura de Niterói Carlos Jordy (PL-RJ). O argumento do presidente da Câmara foi de que ele estava irritado com o parlamentar por ter vazado a informação de que ele não foi avisado previamente sobre a operação pelo ministro Alexandre de Moraes.

Membros da oposição avaliam que o caso de Ramagem é diferente e que Lira precisaria fazer uma manifestação pública em defesa dos colegas e contra buscas policiais nos gabinetes da Câmara.

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Ontem houve uma reunião da oposição no Congresso para debater a ação contra Jordy e dar celeridade a projetos legislativos que limitam os poderes do STF. Lira foi convidado, mas justificou a ausência afirmando que está em viagem no exterior, de férias.

O Globo

BOMBA: direção da Abin sob Lula interferiu em investigação sobre software espião, diz PF

BOMBA: direção da Abin sob Lula interferiu em investigação sobre software espião, diz PF

A direção da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) sob o governo Lula (PT) tentou interferir nas investigações sobre o uso do software espião FirstMile durante o governo Jair Bolsonaro (PL), diz a Polícia Federal.

No pedido que fez ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes para a realização de operação desta quinta-feira (25), a PF afirma que “a direção atual da Abin realizou ações que interferiram no bom andamento da investigação”.

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Para a PF, houve “conluio de parte dos investigados com a atual alta gestão da Abin”, que teriam causado prejuízos à investigação e também para a própria agência.

O órgão cita o número dois da agência, Alessandro Moretti, e diz que, em reunião com investigados, ele afirmou que a apuração sobre o caso tinha “fundo político e iria passar”. Moretti é delegado da PF.

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“Não é postura esperada de Delegado de Polícia Federal que, até dezembro de 2022, ocupava a função de Diretor de Inteligência da Polícia Federal cuja essa unidade –Divisão de Operações de Inteligência– lhe era subordinada”, afirma a PF no pedido.

“A reverberação das declarações da Direção da Abin, portanto, possui o condão de influir na liberdade e na percepção da gravidade dos fatos pelos investigados ao afirmara existência de ‘fundo político’ aos investigados”, diz a entidade.

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Com base em depoimento, a PF diz que houve, após o início das investigações, uma estratégia da direção-geral da Abin para “tentar acalmar a turma”.

“A percepção equivocada da gravidade dos fatos foi devidamente impregnada pela direção atual da Abin nos investigados”, diz a Polícia Federal.

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Isso “não alterou o cenário vivido pelos investigados” em relação ao tempo em que estavam na gestão de Bolsonaro, “em nítida relação de continuidade”, afirma o órgão.

Moretti foi número dois de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, na Secretaria de Segurança do Distrito Federal, entre 2018 e 2021, e diretor de inteligência na PF no último ano do governo Bolsonaro.

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Quando Lula indicou o delegado da PF Luiz Fernando Corrêa para o comando da Abin, o Senado atrasou sua sabatina por ele ter escolhido pessoas apontadas como bolsonaristas para a cúpula da agência, inclusive Moretti.

Ao ser sabatinado, Corrêa saiu em defesa de Moretti e disse à comissão que “gozando da confiança do presidente, jamais correria o risco de expor qualquer governo a uma situação no mínimo constrangedora de indicar alguém que não tivesse esse status para a posição que estamos indicando”.

Folha de SP

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Editorial: -“Nova Indústria Brasil” serve, na verdade, para fortalecer o PT


Editorial: -“Nova Indústria Brasil” serve, na verdade, para fortalecer o PT

25 de janeiro de 2024

Desde que o presidente Lula anunciou que vai gastar R$ 300 bilhões num novo plano de auxílio à indústria, muita gente tem se perguntado: como o PT tem coragem de repetir um erro tão desastroso? Será que o presidente não sabe que projetos similares não dão certo há décadas, e que o último arruinou as contas públicas do governo Dilma, levando o Brasil à sua pior crise econômica da história?

Fazemos essas perguntas por acreditar que Lula de fato tem a intenção de fortalecer a indústria. Na verdade, o objetivo do “Nova Indústria Brasil” é outro: fortalecer o PT. Serve para aumentar o poder do governo entre empresários, para comprar aliados e apoio político.

Muitos economistas alertaram que, se o governo oferece juros subsidiados de um lado, precisa aumentar os juros do outro. Alguns empresários ganham, outros perdem. A indústria nacional precisa é de menos impostos e menos burocracia, e de um governo que não assuste os investidores com ameaças de calotes ou de inflação.

Os especialistas também lembraram que é urgente abrir a indústria nacional à concorrência externa, para que invista em inovação, se torne mais produtiva e ingresse nas cadeias globais de produção.

O governo Lula sabe de tudo isso. Sabe que a exigência de conteúdo local sequer consegue ser colocada em prática. Tem completa noção que o Nova Indústria Brasil não vai fortalecer a indústria, assim como os planos anteriores só prejudicaram as empresas e os brasileiros em geral. De Ernesto Geisel a Dilma Rousseff, os planos de socorro à indústria funcionaram como bolsas-família ao contrário, a tirar dinheiro dos pobres para dar aos ricos.

Mas tem um motivo para o PT gostar tanto dessa política: como o BNDES é um banco estatal, quem decide onde vai o dinheiro é o próprio PT. Os bilhões previstos pelo programa de incentivo não vão para as empresas mais produtivas ou sustentáveis, nem para os projetos mais urgentes de infraestrutura, e sim para quem é amigo do governo. Quem dá carona em jatinhos, entra em negociatas, anuncia em publicações favoráveis ao governo.

O Nova Indústria Brasil não é bom para a indústria. É bom para o PT.