terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Presidente do Partido Liberal de Borrazópolis se reúne com Mauro Messias e debate cenário político

🤝 Diálogo político fortalece construção para 2026 em Borrazópolis
Nos últimos dias, o pré-candidato a deputado federal Mauro Messias esteve reunido com o presidente municipal do Partido Liberal (PL) de Borrazópolis, Nilo Augusto.
O encontro aconteceu em clima de diálogo e respeito, reforçando a importância da construção política baseada em conversas francas e alinhamento de princípios.
Durante a reunião, Mauro apresentou sua pré-candidatura a deputado federal, destacando seu compromisso com o fortalecimento dos municípios, defesa dos valores conservadores e atenção às pautas regionais que impactam diretamente a população.
A conversa também abordou o cenário eleitoral, perspectivas para o pleito e a necessidade de união entre lideranças que compartilham objetivos comuns para o desenvolvimento do Paraná.
“Nosso projeto é construído com diálogo, ouvindo lideranças e respeitando cada realidade municipal”, destacou Maurão Messias.
A reunião reforça que o caminho político sólido passa pela articulação responsável, maturidade e construção estratégica em cada cidade.
✍️ Igor Augusto

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Maurão Messias intensifica articulações no Vale do Ivaí e debate cenário eleitoral com liderança de Arapuã

Maurão Messias debate cenário eleitoral durante encontro em Ivaiporã
O pré-candidato a deputado federal Maurão Messias participou de um encontro em Ivaiporã com o líder político Eliezer, representante de Arapuã, onde dialogaram sobre o cenário eleitoral deste ano e os desafios enfrentados pela região do Vale do Ivaí.
Durante a conversa, foram discutidos os rumos da política no Paraná, o fortalecimento das lideranças regionais e a necessidade de ampliar a representatividade dos municípios do interior em Brasília.
Na ocasião, Maurão Messias destacou seu compromisso com a região e afirmou:
“Nosso projeto nasce ouvindo as lideranças, respeitando as bases e defendendo com firmeza os municípios do interior. Precisamos de uma voz ativa em Brasília que represente de verdade a nossa gente.”
O líder Eliezer ressaltou a importância de representantes que conheçam de perto a realidade das pequenas cidades e que estejam dispostos a construir um mandato participativo.
O encontro reforça o compromisso de Maurão Messias em percorrer os municípios, dialogar com lideranças e consolidar um projeto político sólido, responsável e alinhado com os valores da população paranaense.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Pedágio volta ao debate no Paraná e gera reação de lideranças políticas

🚧 MAIS UMA PRAÇA DE PEDÁGIO? ATÉ QUANDO O PARANAENSE VAI AGUENTAR?
A possível instalação de uma nova praça de pedágio em Mauá da Serra (PR) reacende uma indignação que já está no coração de milhares de paranaenses.
Hoje, em muitos trechos do Paraná, a cada 100 km — ou até menos — já existe uma praça de pedágio. E agora surge a informação de que, em Mauá da Serra, poderá haver duas praças com menos de 30 km de distância entre elas.
Como cidadão e como pré-candidato a deputado federal, eu, Maurão Messias, sou totalmente contra a criação de novas praças de pedágio.
O trabalhador já paga:
Imposto no combustível
IPVA
Licenciamento
Seguro obrigatório
Impostos embutidos em peças e manutenção
E ainda precisa pagar para circular dentro do próprio estado.
Daqui a pouco, de forma irônica, o brasileiro vai ter pedágio no portão de casa. Saiu de carro? Paga. Saiu a pé? Paga também.
🚨 O ciclo que sempre se repete
Em vários estados, quando contratos de concessão se encerram, os governos deixam as rodovias sem manutenção adequada por um período. As estradas começam a se deteriorar.
E então surge o discurso:
“Está vendo? Quando tinha pedágio, a estrada era boa.”
Essa narrativa acaba sendo usada para justificar novos contratos e novas cobranças.
Mas a pergunta que fica é:
Se pagamos tantos impostos, por que a manutenção das rodovias depende exclusivamente de pedágio?
📢 Minha posição é clara
Sou contra a ampliação de novas praças de pedágio.
Sou a favor de:
Transparência nos contratos
Tarifas mais justas
Fiscalização rigorosa
Alternativas que não penalizem ainda mais o cidadão
O povo paranaense não aguenta mais pagar conta enquanto o custo de vida sobe e o salário não acompanha.
Essa não é uma pauta partidária.
É uma pauta de justiça.
Seguirei defendendo essa posição com firmeza e responsabilidade.
Maurão Messias
Pré-candidato a Deputado Federal

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

PL se movimenta por Moro e escancara a guerra pelo palanque de 2026 no Paraná

PL se mexe por Moro e mostra que 2026 no Paraná já virou guerra de palanques
A eleição de 2026 ainda parece distante para quem olha de fora.
Mas para quem está nos bastidores, o jogo já começou — e pesado.
Lideranças do PL sondaram o senador Sergio Moro (União-PR) nos últimos dias sobre uma possível filiação ao partido. O movimento não é ideológico. É estratégico. O objetivo é claro: garantir um palanque forte no Paraná para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que se coloca como pré-candidato ao Planalto.
A proposta ventilada nos bastidores seria simples: Moro se filia ao PL com a garantia de disputar o Governo do Paraná em 2026.
E por que agora?
Porque parte da cúpula da federação União-PP ameaça não dar legenda para Moro concorrer ao governo estadual. Ou seja: o ex-juiz pode ficar sem espaço no próprio partido. Política é isso — quem não tem garantia, vira peça em negociação.
O movimento do PSD acendeu o alerta
O PL não se mexeu à toa.
Em janeiro, o PSD filiou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o lançou como pré-candidato à Presidência ao lado de Ratinho Júnior. O gesto foi interpretado como sinal claro: o PSD quer protagonismo nacional.
E isso muda tudo.
Se o PSD tiver candidato próprio ao Planalto, Flávio Bolsonaro pode ficar sem um palanque competitivo no Paraná — estado estratégico eleitoralmente. E eleição presidencial sem palanque forte em estados-chave é erro primário.
Nada fechado… mas muita tensão no ar
Apesar das conversas, ainda não há acordo fechado entre PL e Moro. Oficialmente, o PL mantém um pré-acordo com o PSD para caminhar com Ratinho Jr. na disputa estadual.
Nos bastidores, o partido mira uma das vagas ao Senado na chapa do governador.
Mas política não vive de “pré-acordo”. Vive de força, espaço e garantia.
E quando começam as sondagens paralelas, é sinal de que ninguém está totalmente confortável na mesa.
O que isso revela sobre o Paraná?
Revela que 2026 será uma eleição de enfrentamento direto.
Não haverá espaço para candidatura morna.
O eleitor paranaense quer posição clara. Quer saber quem é governo, quem é oposição e quem tem projeto de Estado — não apenas projeto de poder.
Como pré-candidato a deputado federal e presidente nacional do CHEGA 26, eu afirmo: o Paraná não pode ser apenas moeda de troca em estratégia presidencial. Nosso Estado precisa estar no centro das decisões, e não ser apenas palanque de conveniência.
Quem quiser disputar 2026 vai precisar apresentar:
Projeto real para o Paraná
Base consolidada no interior
Discurso coerente
E coragem para enfrentar o sistema
O xadrez está montado.
As peças começaram a se mexer.
E quem ficar esperando 2026 chegar… vai assistir a eleição do lado de fora.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Para o Pequeno Chave da Família Messias

Arthur, nosso chave número 1! 😆
Nunca pare de brincar, rir e aprontar… o tio Maurão Messias gosta muito de você e te ama demais! 🚀💛

Pedágio caro é problema antigo — e não se resolve com ilusão

Pedágio entre Rolândia e Arapongas expõe reação tardia do poder público
Por Maurão Messias
A polêmica envolvendo a instalação do pedágio no trecho da BR-369, entre Rolândia e Arapongas, escancarou mais uma vez um problema recorrente na política brasileira: a reação tardia do poder público diante de decisões que já estavam desenhadas há muito tempo.
O que chama a atenção não é apenas a insatisfação popular — legítima e compreensível —, mas o fato de que, somente depois da repercussão negativa e da pressão da população, surgiram manifestações de indignação por parte de deputados estaduais, federais, prefeitos e vereadores da região.
A pergunta que fica é simples e direta: ninguém sabia que isso estava previsto?
Os contratos de concessão não surgiram do nada. Eles passaram por debates, audiências, análises técnicas e, principalmente, por instâncias políticas. Se o modelo de pedágio, o sistema free flow ou a localização dos pórticos causariam tamanho impacto à população local, por que essas vozes não se levantaram antes?
É difícil convencer o cidadão de que o poder público foi “pego de surpresa”. O que se vê, na prática, é que a crítica só apareceu depois que a população abriu a boca, protestou, reclamou e demonstrou revolta. Antes disso, silêncio.
A sensação para quem mora, trabalha e circula diariamente entre Rolândia e Arapongas é de que a conta sempre sobra para o povo, enquanto muitos representantes só se posicionam quando o desgaste político já está instalado.
Existe um velho ditado popular que resume bem esse cenário: “Depois da onça morta, todo mundo quer tirar foto.” É exatamente essa imagem que fica quando autoridades aparecem apenas no momento da crise, tentando capitalizar politicamente uma indignação que não ajudaram a evitar.
Aqui fica também a minha indignação como cidadão e como alguém que acompanha a política de perto há muitos anos. Não é aceitável que decisões desse impacto passem despercebidas por quem foi eleito justamente para fiscalizar, questionar e defender a população. A sociedade não pode continuar pagando a conta da falta de atenção, da omissão ou da conveniência política. O povo falou — e só então muitos resolveram falar também. Isso precisa mudar.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Uma pré-candidatura construída no diálogo e na presença nos municípios

Uma pré-candidatura construída no diálogo e na presença nos municípios
Por Igor Augusto
Nos últimos meses, Maurão Messias tem intensificado sua agenda de visitas, conversas e reuniões em diversas regiões do Paraná. O movimento faz parte da construção de sua pré-candidatura a deputado federal, baseada em um princípio cada vez mais cobrado pela sociedade: diálogo direto com as pessoas e presença efetiva nos municípios.
A decisão de colocar o nome à disposição para a Câmara Federal nasce da vivência política acumulada e da escuta constante às lideranças locais. Em suas andanças pelo interior, Maurão tem reforçado a avaliação de que muitos municípios seguem sub-representados em Brasília, sem a atenção necessária às demandas reais de quem vive fora dos grandes centros.
Em reuniões com presidentes municipais de partidos, vereadores, suplentes, lideranças comunitárias, trabalhadores e empresários locais, um ponto aparece de forma recorrente: as decisões que impactam diretamente a vida das pessoas são tomadas longe da realidade cotidiana das cidades. Aproximar Brasília dos municípios é uma das ideias centrais defendidas pelo pré-candidato.
A pré-candidatura vem sendo construída fora dos gabinetes, em encontros simples, conversas francas e no contato direto com a base política local. Em diversas regiões do Estado, alianças políticas responsáveis começam a ser desenhadas, com foco em organização, planejamento e construção de bases eleitorais consistentes.
A Câmara Federal, hoje, carece de representantes que conheçam a realidade do interior, que entendam os desafios de quem depende de hospitais regionais, de estradas em más condições, de repasses atrasados e de convênios que muitas vezes não saem do papel. A proposta apresentada por Maurão Messias passa justamente por esse compromisso com presença constante e atuação contínua, não apenas em períodos eleitorais.
Segundo interlocutores próximos, a pré-candidatura avança com cautela, responsabilidade e respeito às lideranças locais. Mais do que buscar apoios formais, o objetivo tem sido construir um projeto político viável, com coerência e foco em resultados concretos para os municípios paranaenses.
O roteiro de visitas e diálogos deve continuar ao longo dos próximos meses. A estratégia é clara: ouvir, alinhar e apresentar propostas com transparência, fortalecendo uma candidatura que se apoia no contato direto e na construção política de longo prazo.