sábado, 27 de janeiro de 2024

Ramagem se fortalece nas pesquisas e preocupa Paes

Ramagem se fortalece nas pesquisas e preocupa Paes

Foto: Reprodução.

Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), amanheceu nesta quinta-feira (25) sendo notícias nos principais veículos de comunicação do país. Ex-integrante da Polícia Federal, ele foi alvo de buscas nesta quinta-feira (25) suposto uso não autorizado de ferramentas de geolocalização em dispositivos móveis.

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É dito que o suposto grupo criminoso teria criado uma estrutura paralela na Abin, utilizando recursos da agência para ações ilícitas, incluindo a produção de informações com fins políticos, midiáticos, pessoais e até mesmo para interferir em investigações.

Atualmente, aos 51 anos de idade, chegou tem uma longa carreira na área de segurança. Ex-delegado da PF, Ramagem comandou as divisões de Administração de Recursos Humanos e de Estudos, Legislações e Pareceres, e atuou na área de coordenação de eventos como a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016 e a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente.

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Em março de 2019, no início do mandato de Bolsonaro, foi nomeado assessor do então ministro Santos Cruz na Secretaria de Governo — pasta ligada ao Palácio do Planalto. Meses depois, com a demissão de Santos Cruz, Ramagem foi mantido na secretaria, como assessor do ministro Luiz Eduardo Ramos.

Depois, ele chegou ser nomeado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) pra chefiar a PF, mas foi impedido de assumir por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2022, com amplo apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL), foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro, com quase 60 mil votos.

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Neste ano de 2024, Alexandre Ramagem tem sido apresentado como pré-candidato do PL à prefeitura da cidade do Rio. Desde que passou a ser projetado pelo entorno de Bolsonaro, seu nome passou a circular em pesquisas eleitorais e, desde então, sua pré-candidatura tem sido apontada como uma das principais.

No dia 1º de janeiro, a Atlas/Intel divulgou seu mais recente levantamento à prefeitura da capital fluminense. Nela, Ramagem já apareceu em 2º lugar, com 19,1%. Em primeiro, aparece o atual prefeito, Eduardo Paes (PSD), com 36,2%.

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Além desse instituto, outros também já colocam Ramagem em posições confortáveis, sinalizando que o direitista pode ser o principal nome a duelar com Paes entre o eleitorado carioca.

Créditos: Conexão Política.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Oposição exige resposta de Lira após operação contra Ramagem e silêncio gera indignação

Oposição exige resposta de Lira após operação contra Ramagem e silêncio gera indignação

Irritados com o silêncio Arthur Lira (PP-AL) sobre as ações da Polícia Federal contra dois deputados ao longo dos últimos dias, os parlamentares da oposição estão pressionando o presidente da Câmara a se posicionar sobre Alexandre Ramagem (PL-RJ).

O parlamentar foi alvo de buscas na ação deflagrada nesta quinta-feira (25) que apura o uso ilegal de um sistema para monitorar a localização de pessoas por meio da rede de telefonia celular. Entre os monitorado estaria o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, segundo o blog no “G1” da jornalista Daniela Lima.

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Lira manteve silêncio sobre a ação da PF que mirou outro deputado na semana passada, o pré-candidato à prefeitura de Niterói Carlos Jordy (PL-RJ). O argumento do presidente da Câmara foi de que ele estava irritado com o parlamentar por ter vazado a informação de que ele não foi avisado previamente sobre a operação pelo ministro Alexandre de Moraes.

Membros da oposição avaliam que o caso de Ramagem é diferente e que Lira precisaria fazer uma manifestação pública em defesa dos colegas e contra buscas policiais nos gabinetes da Câmara.

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Ontem houve uma reunião da oposição no Congresso para debater a ação contra Jordy e dar celeridade a projetos legislativos que limitam os poderes do STF. Lira foi convidado, mas justificou a ausência afirmando que está em viagem no exterior, de férias.

O Globo

BOMBA: direção da Abin sob Lula interferiu em investigação sobre software espião, diz PF

BOMBA: direção da Abin sob Lula interferiu em investigação sobre software espião, diz PF

A direção da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) sob o governo Lula (PT) tentou interferir nas investigações sobre o uso do software espião FirstMile durante o governo Jair Bolsonaro (PL), diz a Polícia Federal.

No pedido que fez ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes para a realização de operação desta quinta-feira (25), a PF afirma que “a direção atual da Abin realizou ações que interferiram no bom andamento da investigação”.

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Para a PF, houve “conluio de parte dos investigados com a atual alta gestão da Abin”, que teriam causado prejuízos à investigação e também para a própria agência.

O órgão cita o número dois da agência, Alessandro Moretti, e diz que, em reunião com investigados, ele afirmou que a apuração sobre o caso tinha “fundo político e iria passar”. Moretti é delegado da PF.

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“Não é postura esperada de Delegado de Polícia Federal que, até dezembro de 2022, ocupava a função de Diretor de Inteligência da Polícia Federal cuja essa unidade –Divisão de Operações de Inteligência– lhe era subordinada”, afirma a PF no pedido.

“A reverberação das declarações da Direção da Abin, portanto, possui o condão de influir na liberdade e na percepção da gravidade dos fatos pelos investigados ao afirmara existência de ‘fundo político’ aos investigados”, diz a entidade.

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Com base em depoimento, a PF diz que houve, após o início das investigações, uma estratégia da direção-geral da Abin para “tentar acalmar a turma”.

“A percepção equivocada da gravidade dos fatos foi devidamente impregnada pela direção atual da Abin nos investigados”, diz a Polícia Federal.

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Isso “não alterou o cenário vivido pelos investigados” em relação ao tempo em que estavam na gestão de Bolsonaro, “em nítida relação de continuidade”, afirma o órgão.

Moretti foi número dois de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, na Secretaria de Segurança do Distrito Federal, entre 2018 e 2021, e diretor de inteligência na PF no último ano do governo Bolsonaro.

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Quando Lula indicou o delegado da PF Luiz Fernando Corrêa para o comando da Abin, o Senado atrasou sua sabatina por ele ter escolhido pessoas apontadas como bolsonaristas para a cúpula da agência, inclusive Moretti.

Ao ser sabatinado, Corrêa saiu em defesa de Moretti e disse à comissão que “gozando da confiança do presidente, jamais correria o risco de expor qualquer governo a uma situação no mínimo constrangedora de indicar alguém que não tivesse esse status para a posição que estamos indicando”.

Folha de SP

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Editorial: -“Nova Indústria Brasil” serve, na verdade, para fortalecer o PT


Editorial: -“Nova Indústria Brasil” serve, na verdade, para fortalecer o PT

25 de janeiro de 2024

Desde que o presidente Lula anunciou que vai gastar R$ 300 bilhões num novo plano de auxílio à indústria, muita gente tem se perguntado: como o PT tem coragem de repetir um erro tão desastroso? Será que o presidente não sabe que projetos similares não dão certo há décadas, e que o último arruinou as contas públicas do governo Dilma, levando o Brasil à sua pior crise econômica da história?

Fazemos essas perguntas por acreditar que Lula de fato tem a intenção de fortalecer a indústria. Na verdade, o objetivo do “Nova Indústria Brasil” é outro: fortalecer o PT. Serve para aumentar o poder do governo entre empresários, para comprar aliados e apoio político.

Muitos economistas alertaram que, se o governo oferece juros subsidiados de um lado, precisa aumentar os juros do outro. Alguns empresários ganham, outros perdem. A indústria nacional precisa é de menos impostos e menos burocracia, e de um governo que não assuste os investidores com ameaças de calotes ou de inflação.

Os especialistas também lembraram que é urgente abrir a indústria nacional à concorrência externa, para que invista em inovação, se torne mais produtiva e ingresse nas cadeias globais de produção.

O governo Lula sabe de tudo isso. Sabe que a exigência de conteúdo local sequer consegue ser colocada em prática. Tem completa noção que o Nova Indústria Brasil não vai fortalecer a indústria, assim como os planos anteriores só prejudicaram as empresas e os brasileiros em geral. De Ernesto Geisel a Dilma Rousseff, os planos de socorro à indústria funcionaram como bolsas-família ao contrário, a tirar dinheiro dos pobres para dar aos ricos.

Mas tem um motivo para o PT gostar tanto dessa política: como o BNDES é um banco estatal, quem decide onde vai o dinheiro é o próprio PT. Os bilhões previstos pelo programa de incentivo não vão para as empresas mais produtivas ou sustentáveis, nem para os projetos mais urgentes de infraestrutura, e sim para quem é amigo do governo. Quem dá carona em jatinhos, entra em negociatas, anuncia em publicações favoráveis ao governo.

O Nova Indústria Brasil não é bom para a indústria. É bom para o PT. 


terça-feira, 23 de janeiro de 2024

TRE cassa mandato do governador de Roraima

TRE cassa mandato do governador de Roraima

O TRE-RR (Tribunal Regional Eleitoral de Roraima) decidiu na 2ª feira (22.jan.2024), por 5 votos a 2, cassar o mandato do governador do Estado, Antonio Denarium (Progressistas), e do vice-governador, Edilson Damião (Republicanos). Esta foi a 3ª cassação de Denarium e a 1ª da chapa. Os acusados permanecem no cargo, pois ainda podem recorrer.

A relatora, desembargadora Tânia Vasconcelos, pediu a cassação da chapa e a inelegibilidade apenas de Denarium por 8 anos. Em seu voto, afirmou que o governador usou mais de R$ 90 milhões em recursos públicos para se reeleger em 2022.

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A desembargadora citou como exemplo a ampliação do número de beneficiários da Cesta da Família de 10.000 para 50.000, com “vultuoso aporte financeiro” de R$ 11,6 milhões em 2022. O programa social paga um benefício mensal de R$ 200,00 ou distribui cestas básicas para a população.

Ela também apontou irregularidades no programa habitacional Morar Melhor, criado em 2022 sem lei específica nem execução orçamentária; a transferência de R$ 70 milhões para municípios às vésperas do período vedado pela lei eleitoral; a promoção de agentes públicos; e o aumento de gastos com publicidade.

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“A destinação de recursos estaduais de um ano para outro cresceu mais de 41,4%. Mesmo quando somados os valores do orçamento estadual efetivamente dispendido com aqueles recebidos do Ministério do Desenvolvimento Regional no ano de 2021, eles só totalizaram R$ 1,3 milhão, valor mais de 50 vezes menor do que aquele transferido em ano eleitoral de 2022”, disse a desembargadora.

Poder 360

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Guerra’ Milionária na Família Collor: irmã processa Thereza Collor por disputa de herança

Guerra’ Milionária na Família Collor: irmã processa Thereza Collor por disputa de herança

Conhecida como Lourdinha Lyra, a empresária alagoana Maria de Lourdes Lyra entrou com queixa-crime contra a irmã Thereza Collor, acusando-a de calúnia e difamação em razão de entrevistas concedidas pela ex-esposa de Pedro Collor. Conforme o texto da ação, trata-se de mais um capítulo da “guerra” que Lourdinha trava com os irmãos pela herança deixada pelo pai, o ex-deputado federal João Lyra, que já foi considerado o mais rico do país.

Lourdinha foi indicada como responsável pela administração do patrimônio do pai desde que ele ficou com a saúde debilitada. O ex-deputado morreu em 2021, aos 90 anos, em consequência da Covid-19. A empresária tem cinco irmãos e quatro dizem ter perdido a confiança nela. As informações são de Carlos Madeiro, colunista do UOL.

Empresas em crise

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À época da morte de João Lyra, as empresas da família passavam por crises econômicas. Logo após a morte do ex-deputado, Lourdinha foi designada como inventariante e ingressou como parte no processo da massa falida da Laginha Agro Industrial S/A, um conjunto de usinas em Alagoas e Minas Gerais. A falência deu início a uma saga judicial que chegou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como o maior processo de falência do país.

A Laginha era a empresa mais valiosa do antigo grupo João Lyra e, por anos, foi a marca do poder do empresário em Alagoas. Em 2017, estava avaliada em R$ 1,9 bilhão (cerca de R$ 2,7 bilhões em valores atuais). Atualmente, parte da área em Alagoas está ocupada por sem-terra, que lutam pela desapropriação para reforma agrária.

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Conforme a queixa-crime registrada por Lourdinha, “no bojo do processo judicial, em torno da massa falida, travou-se uma verdadeira guerra entre alguns dos herdeiros do ex-parlamentar e a senhora Maria de Lourdes”.

Briga entre irmãos

Desde o início do processo da Laginha, quatro irmãos já pediram na Justiça a retirada de Lourdinha da função de inventariante. Coube a Thereza Collor ir à imprensa fazer acusações.

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Em entrevista à revista Veja, em julho de 2023, Thereza afirmou que a gestão de Lourdinha não tinha preparo e estaria impondo “custos astronômicos” com contratos de processo de longa duração “na contramão do que deve ser a falência”.

“Também são preocupantes as ligações profissionais e econômicas entre os assessores jurídicos e financeiros. Com a perpetuação da falência, os credores são prejudicados, e somente os assessores ganham”, afirmou Thereza Collor.

Parcerias suspeitas

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A socialite voltou a acusar a irmã, em novembro de 2023, durante outra entrevista, desta vez à revista IstoÉ. Novamente, afirmou que a gestão do inventário e de falência tem “parcerias suspeitas”, além de dizer que Lourdinha age “com autoritarismo e sem transparência”.

“O conteúdo agressivo revela que a Sra. Thereza Collor imputou a ela a prática de apropriação indébita e crimes falimentares. Não bastasse isso, a querelada acusou a irmã de realizar uma gestão temerária através do deterioramento do patrimônio da família Lyra, disseminando o fato de modo a macular o prestígio social da Sra. Maria de Lourdes, que ostenta notoriedade perante a sociedade alagoana”, diz trecho da queixa-crime registrada por Lourdinha.

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Ela cita que as entrevistas foram concedidas estrategicamente antes dos atos processuais. “Ela moveu máquina midiática para conseguir gerir os bens da família”, acusa.

“O ato expositivo realizado pela Sra. Thereza Collor é, em verdade, fruto da insatisfação com o posicionamento do Judiciário e visa a constranger a renúncia ou remoção da condutora do inventário. Infrutíferos os pedidos de remoção apresentados nos autos, a Querelada recorreu à mídia para buscar atingir o seu propósito”, consta na queixa-crime.

Na ação, Lourdinha pede que seja realizada uma audiência de conciliação. Caso não se chegue a um acordo, solicita que se dê prosseguimento à queixa-crime. Por envolver a área criminal, o MP-AL (Ministério Público de Alagoas) foi chamado para se manifestar.

Metrópoles

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

É um absurdo’: Brasileiros que ganham dois salários mínimos terão que pagar Imposto de Renda; Entenda

É um absurdo’: Brasileiros que ganham dois salários mínimos terão que pagar Imposto de Renda; Entenda

Em campanha pela atualização da tabela de isenção do Imposto de Renda, a Unafisco, que representa auditores fiscais da Receita Federal, alerta que os brasileiros que ganham mais de dois salários passarão a ser tributados com o reajuste do mínimo.

Segundo Mauro Silva, presidente da Unafisco, com a correção de 10,16% no salário mínimo os rendimentos de quem ganha dois salários passou de R$ 2.640, em 2023, para R$ 2.824, neste ano.

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“Enquanto a tabela de isenção permanece sem correção, a faixa de isenção continua em R$ 2.112, permitindo que, por artifício, quem ganhava até R$ 2.640 ficasse isento. Agora, com os ganhos de R$ 2.824, essa parcela da população volta a ser tributada, recolhendo R$ 13,80 de imposto todo mês”, disse Silva.

“É, no mínimo, um absurdo. O governo vendeu a ideia de isenção para quem ganha até dois salários mínimos, mas isso não é verdade.”

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A defasagem também impacta aposentados e pensionistas do INSS, com reajuste de 10,16% em 2024. Silva destaca: “O governo está penalizando quem ganha menos. É crucial corrigir a tabela do IRPF para refletir a realidade da inflação.”

O governo federal perderá R$ 204 bilhões em arrecadação caso o Ministério da Fazenda autorize a correção integral pela inflação do período.

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Pelos cálculos da Unafisco, o reajuste integral permitiria recompor o IPCA acumulado desde 1996, descontando os ajustes ocorridos ao longo desse período. A faixa de isenção seria corrigida em 133,65% e as demais faixas em 159,17%.

Fonte: Folha de S. Paulo.